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Conheça preletores principais do Usina 21 deste ano!

Nenhum comentário » segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Já sabe quem vai estar no Usina 21 deste ano? Dê só uma espiada nos participantes principais!

Preletores

USINA 21 2013 | A VOZ DE DEUS E A VOZ DAS RUAS

Nenhum comentário » sexta-feira, 11 de outubro de 2013

E aí, galera! Tá chegando o Usina 21! Falta menos de um mês! E a edição de 2013 tem tudo a ver com as recentes ações que ocorreram no Brasil. “A voz de Deus e a voz das ruas” é o tema deste ano.
Marque na agenda, dia 09 de novembro, na Universidade Mackenzie.

cartazUsina212013_WEB

Evangélicos Amargos de vinte e poucos anos

Nenhum comentário » quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O artigo abaixo foi escrito por Anthony Bradley na revista online WorldMag e diz respeito a um fenômeno que está sendo observado nos Estados Unidos da América. Decidi traduzi-lo para publicação em meu blog, pois creio que precisamos ficar atentos para este fenômeno, tendo em vista que já vislumbro sinais do mesmo em terras brasilis.

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É impressão minha ou parece que muitos jovens criados em comunidades evangélicas de classe média se tornam pessoas amarguradas em seus vinte e poucos anos? Recentemente tenho lido postagens em blogs e artigos escritos por jovens de vinte e poucos anos criados no evangelicalismo suburbano que parecem comprometidos a fazer uma coisa: atacar a própria comunidade onde cresceram e fazer isso de forma amargurada. Eu os chamo de “os Amargos”.

O modo como os Amargos se comunicam se encaixa na tese por Ronald Inglehart do início dos anos 1970 sobre jovens pós-materialistas. Inglehart escreveu que quando crianças crescem com abundância, como muitos jovens evangélicos suburbanos, ao alcançarem a maioridade, elas se preocupam mais com “auto-expressão” do que com trabalho duro e sobrevivência – as preocupações daqueles que crescem em meio a dificuldades e escassez.

Acrescente-se a isto o que Bill Bishop escreveu em The Big Sort: Why the Clustering of Like-Minded America Is Tearing Us Apart, que filhos da abundância tornam-se pós-materialistas jovens adultos que perdem o interesse em religião organizada e passam a ser cada vez mais focados em espiritualidade pessoal. O crescimento econômico e a segurança militar diminuem em importância política e são substituídos por assuntos como liberdade pessoal, direitos de aborto, justiça social e o meio ambiente. Estes jovens adultos são menos propensos a obedecer uma autoridade central e perdem a confiança em instituições hierárquicas. Finalmente, eles fomentam ressentimento pelas grandes organizações que criaram a sociedade industrial moderna norte-americana: grandes negócios, denominações tradicionais de igrejas, estruturas familiares tradicionais e assim por diante.

Os Amargos, que tendem a gravitar em direção a cultura cristã da moda, estão numa missão para expor a “conspiração conservadora” onde quer que a encontrem (ou inventem) sob a desculpa da “crítica saudável”. Os Amargos definem-se a si mesmos pelo que eles não são. Se seus pais forem Republicanos, eles se tornam Democratas obstinados. Se seus pais estão numa igreja conservadora, os Amargos buscam uma igreja mais liberal. Os Amargos escolhem “a esquerda” porque não é “de direita”. Não há pecado maior para os Amargos do que soar como se você fosse “conservador”.

Definir a identidade de alguém em termos de “não ser igual a eles” parece covardia. O anseio pela auto expressão que Inglehart discutiu em sua tese pode ser um anseio por ser ouvido e afirmado, uma vez que muitos filhos da classe média são ignorados em casa onde a participação significativa na vida familiar é comunicada como sendo opcional. Os Amargos geralmente sentem-se profundamente insignificantes, como se não tivessem importância. Eles provavelmente não eram “da hora” na escola. Suplicando por afirmação, os Amargos desejam que alguém preste atenção neles – finalmente. O modo mais fácil de ganhar atenção é protestando contra as coisas queridas dos mais velhos. “Você está me notando agora, não está?”, os Amargos declaram. A grande ironia é que os Amargos ainda desejam conexão as comunidades conservadoras que deixaram. Se você realmente “largou” algo, você não desperdiça tempo atacando aquilo; você apenas o ignora e deixa pra lá.

Posso estar errado sobre os Amargos. Espero que sim. Mas o que eu vejo é um grupo de vinte e poucos anos gastando seu tempo com uma busca que nunca irá dar-lhes a revolução prometida. Você é o que é, não aquilo contra o qual você se coloca.

(a versão original em inglês e os comentários encontra-se aqui)

Fonte: http://www.sandrobaggio.com/2011/02/15/evangelicos-amargos-de-vinte-e-poucos-anos/

“Solidar”: um poema de José Barbosa Jr, Teresópolis, janeiro de 2011

1 comentário » terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Só quem lida com a dor
sólida, forte e atroz
sofre o seu dissabor
garganta fechada em nós

Solidão de quem espera
o filho que já não vem
tristeza que dilacera
o pouco que ainda tem

Solidez que se esvai
ao simples rolar do rio
que pesado,em fúria cai
loucamente, em desvario

Solitário o meu cantar
ecoa por entre a chuva
entre as lágrimas no olhar
do órfão e da viúva

Solidar o que sobrou
dos cantos dessa cidade
e o canto que me restou
é o da solidariedade.

José Barbosa Junior, na noite de 19/01/2011

Decretos de Natal

Nenhum comentário » quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

por Frei Betto

Fica decretado que, neste Natal, em vez de dar presentes, nos faremos presentes junto aos famintos, carentes e excluídos. Papai Noel será malhado como Judas e, lacradas as chaminés, abriremos corações e portas à chegada salvífica do Menino Jesus.

Por trazer a muitos mais constrangimentos que alegrias, fica decretado que o Natal não mais nos travestirá no que não somos: neste verão escaldante, arrancaremos da árvore de Natal todos os algodões de falsas neves; trocaremos nozes e castanhas por frutas tropicais; renas e trenós por carroças repletas de alimentos não perecíveis; e se algum Papai Noel sobrar por aí, que apareça de bermuda e chinelas.

Fica decretado que cartas de crianças só as endereçadas ao Menino Jesus, como a do Lucas, que escreveu convencido de que Caim e Abel não teriam brigado se dormissem em quartos separados; propôs ao Criador ninguém mais nascer nem morrer, e todos nós vivermos para sempre; e, ao ver o presépio, prometeu enviar seu agasalho ao filho desnudo de Maria e José.

Fica decretado que as crianças, em vez de brinquedos e bolas, pedirão bênçãos e graças, abrindo seus corações para destinar aos pobres todo o supérfluo que entulha armários e gavetas. A sobra de um é a necessidade de outro, e quem reparte bens partilha Deus.

Fica decretado que, pelo menos um dia, desligaremos toda a parafernália eletrônica, inclusive o telefone e, recolhidos à solidão, faremos uma viagem ao interior de nosso espírito, lá onde habita Aquele que, distinto de nós, funda a nossa verdadeira identidade. Entregues à meditação, fecharemos os olhos para ver melhor.

Fica decretado que, despidas de pudores, as famílias farão ao menos um momento de oração, lerão um texto bíblico, agradecendo ao Pai de Amor o dom da vida, as alegrias do ano que finda, e até dores que exacerbam a emoção sem que se possa entender com a razão. Finita, a vida é um rio que sabe ter o mar como destino, mas jamais quantas curvas, cachoeiras e pedras haverá de encontrar em seu percurso.

Fica decretado que arrancaremos a espada das mãos de Herodes e nenhuma criança será mais condenada ao trabalho precoce, violentada, surrada ou humilhada. Todas terão direito à ternura e à alegria, à saúde e à escola, ao pão e à paz, ao sonho e à beleza.

Fica decretado que, nos locais de trabalho, as festas de fim de ano terão o dobro de seus custos convertido em cestas básicas a famílias carentes. E será considerado grave pecado abrir uma bebida de valor superior ao salário mensal do empregado que a serve.

Como Deus não tem religião, fica decretado que nenhum fiel considerará a sua mais perfeita que a do outro, nem fará rastejar a sua língua, qual serpente venenosa, nas trilhas da injúria e da perfídia. O Menino do presépio veio para todos, indistintamente, e não há como professar o “Pai Nosso” se o pão também não for nosso, mas privilégio da minoria abastada.

Fica decretado que toda dieta se reverterá em benefício do prato vazio de quem tem fome, e que ninguém dará ao outro um presente embrulhado em bajulação ou escusas intenções. O tempo gasto em fazer laços seja muito inferior ao dedicado a dar abraços.

Fica decretado que as mesas de Natal estarão cobertas de afeto e, dispostos a renascer com o Menino, trataremos de sepultar iras e invejas, amarguras e ambições desmedidas, para que o nosso coração seja acolhedor como a manjedoura de Belém.

Fica decretado que, como os reis magos, todos daremos um voto de confiança à estrela, para que ela conduza este país a dias melhores. Não buscaremos o nosso próprio interesse, mas o da maioria, sobretudo dos que, à semelhança de José e Maria, foram excluídos da cidade e, como uma família sem-terra, obrigados a ocupar um pasto, onde brilhou a esperança.

fonte: http://www.usina21.com.br/blogdobezerra/blog_commento.asp?blog_id=59

#JuventudeeMissãoIntegral – Por que Missão Integral e ação social são coisas diferentes?

Nenhum comentário » quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Missão Integral é uma compreensão acerca da missão da igreja como um todo. Ação social é uma das dimensões da missão e não o seu todo.

Segundo a declaração de Wheaton, de 1983, “o mal não está apenas no coração humano, mas também nas estruturas sociais (…) A missão da igreja inclui tanto a proclamação do evangelho quanto sua demonstração. Precisamos, pois, evangelizar, responder a necessidades humanas imediatas e pressionar por transformações sociais.”

Não há dicotomia bíblica entre a palavra falada e a palavra que se faz visível na vida do povo de Deus. Os homens olharão ao escutarem, e o que eles virem deve estar em consonância com o que ouvem (…) Há tempos em que nossa comunicação pode dar-se apenas por atitudes e ações, e há outros em que a palavra falada estará só: mas precisamos repudiar como demoníaca a tentativa de meter uma cunha entre a evangelização e a preocupação social.

Segundo Ed René Kivitz, “a soteriologia da missão integral é o domínio de Deus, de direito e de fato, sobre todo o universo criado; o reino de Deus em plenitude; a redenção pessoal é apenas uma parcela do que o Novo Testamento chama salvação”.

Entendeu como a missão integral é muito mais abrangente do que a consciência de nossa responsabilidade social, que está contemplada na compreensão do que é a nossa missão, mas não a expressa como um todo?

Pra terminar, gosto muito de uma frase do Bispo Robinson Cavalcanti, sobre a missão da igreja, que diz: “A missão da Igreja é manifestar aqui e agora a maior densidade possível do Reino de Deus que será consumado ali e além”.

Portanto, a missão integral é o modo como faremos com que a autoridade de Cristo seja extendida de fato sobre a terra, como é plena de direito nos céus, conforme Mateus 28. 18, buscando, enquanto seu corpo, o restabelecimento de toda ordem pessoal, relacional, social e estrutural, desconfigurada pelo caos do pecado.

Texto publicado em Juventude e Missão Integral Por Fabricio Cunha.

Pra entender a juventude

Nenhum comentário » sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Usina 21 em ação: movimento dá apoio à ação de protagonismo infantil.

Nenhum comentário » quarta-feira, 24 de novembro de 2010

No ultimo dia 12, Dia das Crianças, o “Usina 21: Jovens, Ideias e Transformação Social”, iniciativa do mandato do ver. Carlos Bezerra Jr. apoiaram uma ação social recreativa com crianças do Pq. Das Flores, na região de São Mateus, na Zona Leste. (acesse:http://www.projetosocialcriancasday.com.br/).

O evento foi “muito loko”, tivemos lá quase 2000 crianças, que foram conduzidas a várias atividades recreativas e evangelísticas com o auxílio de 200 voluntários. Tínhamos jovens de varias regiões de São Paulo, do ABC e até da Inglaterra!

As crianças se divertiram no pula-pula, na piscina de bolinha, no tobogã, na cama elástica etc. Tínhamos voluntários em todos os brinquedos, gente vestida de palhaço fazendo a festa com a garotada, jovens fazendo animais e objetos com bexigas e maquiadores “pintando o sete” no rosto das crianças.

Também foram distribuídos kits de presentes com bolas e carrinhos para os meninos, e bolas e bonecas para as meninas. Além de algodão doce à vontade para molecada se deliciar. Por fim, ainda tivemos algumas apresentações artístico-musicais, com grupos de rap gospel da Z/L.

O “Crianças Day” acontece desde 2005, foi uma iniciativa da Igreja Batista Pq. Das Flores, através da ONG “Pra Viver Melhor”, neste ano a ação contou com vários parceiros, como Interleste, JUBACEN e com a gente do “Usina 21: Jovens, Ideias e Transformação Social”, e o ver. Carlos Bezerra Jr.

Gostaria de compartilhar o depoimento de uma voluntária – “Fiquei muito feliz mesmo de ter participado. Vi o quanto temos que nos juntar para levar o amor de Deus. Quase não fui por ser muito longe, pensei terão muitos irmãos da zona Leste e vou ‘sobrar’, mas, pelo contrário, me senti especial e usada pelo Senhor, foi edificante, vi que para o trabalho de Deus nunca estamos sobrando, ele sempre nos usa”.

Isso, mais uma vez, prova as palavras do Mestre, que “melhor coisa é dar do que receber”.

 Abraços e até breve,

Equipe “Usina 21: Jovens, Ideias e Transformação Social”.