Carlos Bezerra Jr. é vereador de São Paulo. Está em seu terceiro mandato e é o líder do PSDB na Câmara. Bezerra Jr. é também médico ginecologista e obstetra, e atuou por anos em hospitais públicos da periferia da zona Leste, além de ter prestado atendimento gratuito voltado à saúde da mulher nas áreas mais pobres da capital paulista. De sua experiência na medicina e da vivência nas periferias tirou idéias que se transformaram em importantes leis. Como a que originou o Programa Mãe Paulistana, da Prefeitura, e da lei de combate ao abuso sexual infantil. Bezerra Jr. tem 40 anos, é casado e tem duas filhas. Porém, aqui, em seu blog, a idéia é esquecer um pouco de tudo isso e abrir espaço para o que estiver além das paredes da Câmara, para aquilo que não se vê nos pronunciamentos oficiais e nem mesmo no site do mandato. Opiniões, provocações filmes, músicas, vídeos, enfim...

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Usina21 - Jovens Idéias e Transformação Social
Instituto Agente

Impossível de serem ignoradas

Enviador por Carlos Bezerra Jr. em 21/4/2009 as 23:41
A cada dia, mais e mais pessoas percebem, por uma via ou por outra, o quanto a presença evangélica nas periferias pode ser transformadora. Hoje, não há filme nacional sem personagens evangélicos de destaque. Estereotipados ou não, os crentes estão, muitas vez, onde o poder público não alcança, em lugares que a assistência não chega; são eles os que estão em cima do morro que a polícia não sobe. A reportagem cujo vídeo vem abaixo fala da justamente da expansão das igrejas em focos de violência na periferia de São Paulo. Clique e confira. Eu, particularmente, fico muito feliz ao ver como o Evangelho pode mudar a história de um local antes relegado à exclusão, e ao comprovar o reconhecimento da sociedade a essa presença evangélica.***

Comentários

Caro Vereador Carlos Alberto Jr. sou de SBC do Campo e frequento a Comunidade da Graça local, infelizmente fiquei sabendo pelo Pastor Marcos Marciano que algumas pessoas que lhe procuraram foram distratadas pelo senhor. Segundo o Pr. Marcos Marciano elas foram com um quente e voltaram com dois fervendo, e esta frase esta a venda no cd da livraria da igreja. Lamento que o senhor tenha se comportado desta forma pois apesar ser moradora do municipio recomendei que outras pessoas votassem no vereador.

Enviado por  Lia em 25/5/2010às 21:38

Concordo com a irmã, a igreja faz um trabalho social invisível que pouca gente reconhece, tirando gente da rua, cuidando dos viciados, prostitutas e abençoando esse povo.
Fiquem na paz.

Enviado por  Marcelo Sanches em 2/5/2009às 09:13

Há muito tempo que os cristãos fazem esse trabalho, evangelzam, cuidam das pessoas... mesmo dos mais pobres, de gente que ninguém quer chegar perot... E a funçao da igreja tem q ser sempre essa mesmo!

Enviado por  Fabiana Pereira em 30/4/2009às 17:25


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Jesus quer salvar os cristãos
O livro de Rob Bell é uma provocação com endereço certo: a “igreja” preocupada apenas com si própria, com seu crescimento, com mais poder e mais dinheiro. Essa igreja alheia e insensível à realidade que a cerca é confrontada no texto de fácil leitura de Bell. O autor expõe o paradoxo entre a denominação que ergueu um prédio de U$ 20 milhões e o contexto de sua região, onde 1 em cada 5 pessoas vive abaixo da linha de pobreza. O livro traz críticas duras a grupos cristãos dos Estados Unidos e fala da urgência do retorno ao Evangelho e seu compromisso com justiça social. Ainda bem que aqui no Brasil nossas igrejas são “bem diferentes”, né? Ed. Vida – 208 pg.
Os Homens que não amavam as mulheres
do jornalista sueco Stieg Larsson. Boa indicação do Denis Mizne, coordenador do Instituto Sou da Paz, a partir da campanha despretensiosa que promovi no Twitter® (#troqueoBBBporumlivro). Mania na Europa e nos EUA, o livro faz parte da Trilogia Milleniun (mas pode ser comprado separado) e traz uma trama misteriosa que envolve grandes corporações financeiras, denúncias, jornalismo investigativo, desaparecimento de pessoas e muito suspense, que, particularmente, está me deixando magnetizado. Larsson (1954-2004) foi fundador e editor-chefe da revista sueca Expo, que denuncia grupos neofascistas e racistas. Era especialista na identificação da atuação das organizações de extrema direita em seu país. Ed. Cia. Das Letras – 528 pg.

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Alice no País das Maravilhas
Fui assistir com minhas duas filhas ao novo filme de Tim Burton,baseado no clássico de Lewis Carroll. Nele, a história se passa nove anos depois da original: a protagonista (Mia Easkowska) já tem 19 anos quando segue o coelho branco e visita novamente o estranho lugar onde já estivera no passado, mas do qual não se lembrava mais. No longa, o encontro dos dois universos, o de Burton e o de Carroll, oferece uma mistura fantástica.A Wonderland do diretor estadunidense é sombria e tem alguns seres aparentemente seres bizarros, mas que, pouco a pouco, se humanizam.
Preciosa
O longa conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma garota norte-americana, negra, de dezesseis anos. A vida de Claireece é uma seqüência de desventuras. Da violência sexual que sofreu, praticada por seu pai, aos abusos cometidos por sua mãe, a protagonista cresce em uma vida desprovida de amor. Preciosa tem um filho, portador de Síndrome de Down, e, quando engravida pela segunda vez, é enviada a uma escola alternativa. É a partir desse novo lugar que consegue reelaborar e resignificar um tanto de traumas e sua própria vida. Para mim, o filme lança um olhar especial sobre os excluídos, sobre aqueles que não conseguem competir numa sociedade tão implacável a ponto de violentar suas crianças. O longa dirigido por Lee Daniels é extremamente sensível e tocante - diz muito sobre persistência e determinação.

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