Sete Pecados Sociais Mortais
Enviador por Carlos Bezerra Jr. em 8/12/2007 as 14:49
Li e gostei.
Os Sete Pecados Sociais Mortais, de Mahatma Gandhi:
Política sem princípio
Riqueza sem trabalho
Comércio sem moralidade
Prazer sem consciência
Conhecimento sem caráter
Ciência sem humanidade
Devoção sem sacrifício
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Comentários
A política sem princípio é um dos pecados capitais mais cometido no Brasil, isso,infelizmente, já é tradição,o que é prejudicial para o desenvolvimento em todos os campos. As pessoas infelizmente foram vencidas pela a idéia de que é "dando que se recebe"e assim o país só tem à perder,assim como as pessoas que depois das eleições não tem a quem cobrar melhorias na educação, na saúde...e quem foi eleito só está preocupado em recuperar o dinheiro que gastou durante a campanha.
Li e Gostei
Jesus quer salvar os cristãos
O livro de Rob Bell é uma provocação com endereço certo: a “igreja” preocupada apenas com si própria, com seu crescimento, com mais poder e mais dinheiro. Essa igreja alheia e insensível à realidade que a cerca é confrontada no texto de fácil leitura de Bell. O autor expõe o paradoxo entre a denominação que ergueu um prédio de U$ 20 milhões e o contexto de sua região, onde 1 em cada 5 pessoas vive abaixo da linha de pobreza. O livro traz críticas duras a grupos cristãos dos Estados Unidos e fala da urgência do retorno ao Evangelho e seu compromisso com justiça social. Ainda bem que aqui no Brasil nossas igrejas são “bem diferentes”, né? Ed. Vida – 208 pg.
Os Homens que não amavam as mulheres
do jornalista sueco Stieg Larsson. Boa indicação do Denis Mizne, coordenador do Instituto Sou da Paz, a partir da campanha despretensiosa que promovi no Twitter® (#troqueoBBBporumlivro). Mania na Europa e nos EUA, o livro faz parte da Trilogia Milleniun (mas pode ser comprado separado) e traz uma trama misteriosa que envolve grandes corporações financeiras, denúncias, jornalismo investigativo, desaparecimento de pessoas e muito suspense, que, particularmente, está me deixando magnetizado. Larsson (1954-2004) foi fundador e editor-chefe da revista sueca Expo, que denuncia grupos neofascistas e racistas. Era especialista na identificação da atuação das organizações de extrema direita em seu país. Ed. Cia. Das Letras – 528 pg.
Up/Down
Bíblias em Braille nas bibliotecas de SP
Plano Nacional
de Banda Larga
Vi outro dia
Alice no País das Maravilhas
Fui assistir com minhas duas filhas ao novo filme de Tim Burton,baseado no clássico de Lewis Carroll. Nele, a história se passa nove anos depois da original: a protagonista (Mia Easkowska) já tem 19 anos quando segue o coelho branco e visita novamente o estranho lugar onde já estivera no passado, mas do qual não se lembrava mais. No longa, o encontro dos dois universos, o de Burton e o de Carroll, oferece uma mistura fantástica.A Wonderland do diretor estadunidense é sombria e tem alguns seres aparentemente seres bizarros, mas que, pouco a pouco, se humanizam.
Preciosa
O longa conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma garota norte-americana, negra, de dezesseis anos. A vida de Claireece é uma seqüência de desventuras. Da violência sexual que sofreu, praticada por seu pai, aos abusos cometidos por sua mãe, a protagonista cresce em uma vida desprovida de amor. Preciosa tem um filho, portador de Síndrome de Down, e, quando engravida pela segunda vez, é enviada a uma escola alternativa. É a partir desse novo lugar que consegue reelaborar e resignificar um tanto de traumas e sua própria vida. Para mim, o filme lança um olhar especial sobre os excluídos, sobre aqueles que não conseguem competir numa sociedade tão implacável a ponto de violentar suas crianças. O longa dirigido por Lee Daniels é extremamente sensível e tocante - diz muito sobre persistência e determinação.