Carlos Bezerra Jr. é vereador de São Paulo. Está em seu terceiro mandato e é o líder do PSDB na Câmara. Bezerra Jr. é também médico ginecologista e obstetra, e atuou por anos em hospitais públicos da periferia da zona Leste, além de ter prestado atendimento gratuito voltado à saúde da mulher nas áreas mais pobres da capital paulista. De sua experiência na medicina e da vivência nas periferias tirou idéias que se transformaram em importantes leis. Como a que originou o Programa Mãe Paulistana, da Prefeitura, e da lei de combate ao abuso sexual infantil. Bezerra Jr. tem 40 anos, é casado e tem duas filhas. Porém, aqui, em seu blog, a idéia é esquecer um pouco de tudo isso e abrir espaço para o que estiver além das paredes da Câmara, para aquilo que não se vê nos pronunciamentos oficiais e nem mesmo no site do mandato. Opiniões, provocações filmes, músicas, vídeos, enfim...

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Usina21 - Jovens Idéias e Transformação Social
Instituto Agente

Sete Pecados Sociais Mortais

Enviador por Carlos Bezerra Jr. em 8/12/2007 as 14:49
Li e gostei.

Os Sete Pecados Sociais Mortais, de Mahatma Gandhi:

Política sem princípio

Riqueza sem trabalho

Comércio sem moralidade

Prazer sem consciência

Conhecimento sem caráter

Ciência sem humanidade

Devoção sem sacrifício

******************

Comentários

Muito bom!!!

Enviado por  Lissander Dias em 12/1/2009às 11:23

A política sem princípio é um dos pecados capitais mais cometido no Brasil, isso,infelizmente, já é tradição,o que é prejudicial para o desenvolvimento em todos os campos. As pessoas infelizmente foram vencidas pela a idéia de que é "dando que se recebe"e assim o país só tem à perder,assim como as pessoas que depois das eleições não tem a quem cobrar melhorias na educação, na saúde...e quem foi eleito só está preocupado em recuperar o dinheiro que gastou durante a campanha.

Enviado por  Erineide dos Santos Lima em 29/7/2008às 10:09


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Jesus quer salvar os cristãos
O livro de Rob Bell é uma provocação com endereço certo: a “igreja” preocupada apenas com si própria, com seu crescimento, com mais poder e mais dinheiro. Essa igreja alheia e insensível à realidade que a cerca é confrontada no texto de fácil leitura de Bell. O autor expõe o paradoxo entre a denominação que ergueu um prédio de U$ 20 milhões e o contexto de sua região, onde 1 em cada 5 pessoas vive abaixo da linha de pobreza. O livro traz críticas duras a grupos cristãos dos Estados Unidos e fala da urgência do retorno ao Evangelho e seu compromisso com justiça social. Ainda bem que aqui no Brasil nossas igrejas são “bem diferentes”, né? Ed. Vida – 208 pg.
Os Homens que não amavam as mulheres
do jornalista sueco Stieg Larsson. Boa indicação do Denis Mizne, coordenador do Instituto Sou da Paz, a partir da campanha despretensiosa que promovi no Twitter® (#troqueoBBBporumlivro). Mania na Europa e nos EUA, o livro faz parte da Trilogia Milleniun (mas pode ser comprado separado) e traz uma trama misteriosa que envolve grandes corporações financeiras, denúncias, jornalismo investigativo, desaparecimento de pessoas e muito suspense, que, particularmente, está me deixando magnetizado. Larsson (1954-2004) foi fundador e editor-chefe da revista sueca Expo, que denuncia grupos neofascistas e racistas. Era especialista na identificação da atuação das organizações de extrema direita em seu país. Ed. Cia. Das Letras – 528 pg.

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Bíblias em Braille nas bibliotecas de SP
Plano Nacional
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Vi outro dia

Alice no País das Maravilhas
Fui assistir com minhas duas filhas ao novo filme de Tim Burton,baseado no clássico de Lewis Carroll. Nele, a história se passa nove anos depois da original: a protagonista (Mia Easkowska) já tem 19 anos quando segue o coelho branco e visita novamente o estranho lugar onde já estivera no passado, mas do qual não se lembrava mais. No longa, o encontro dos dois universos, o de Burton e o de Carroll, oferece uma mistura fantástica.A Wonderland do diretor estadunidense é sombria e tem alguns seres aparentemente seres bizarros, mas que, pouco a pouco, se humanizam.
Preciosa
O longa conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma garota norte-americana, negra, de dezesseis anos. A vida de Claireece é uma seqüência de desventuras. Da violência sexual que sofreu, praticada por seu pai, aos abusos cometidos por sua mãe, a protagonista cresce em uma vida desprovida de amor. Preciosa tem um filho, portador de Síndrome de Down, e, quando engravida pela segunda vez, é enviada a uma escola alternativa. É a partir desse novo lugar que consegue reelaborar e resignificar um tanto de traumas e sua própria vida. Para mim, o filme lança um olhar especial sobre os excluídos, sobre aqueles que não conseguem competir numa sociedade tão implacável a ponto de violentar suas crianças. O longa dirigido por Lee Daniels é extremamente sensível e tocante - diz muito sobre persistência e determinação.

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