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5º Usina 21 multiplica o público em edição que reforça princípios do Pacto de Lausanne

Release Usina21/2006| 26/07/2007 | Fonte: Organização Usina21/2007

Esperança para o País e para o cristianismo no mundo foi o tema principal do 5º Usina 21- Jovens, Idéias e Transformação Social, realizado no dia 2 de setembro, na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Considerada pelos participantes e organizadores a melhor edição dos últimos cinco anos de realização do evento, o Usina 21 optou por reforçar os princípios do Pacto de Lausanne, a carta de compromissos espirituais e sociais, assinada pelos principais líderes evangélicos do mundo, em um encontro na Suíça, em 1974.

Logo às 8h40, pouco antes do início oficial do encontro, cerca de 2700 “usineiros” já se aqueciam no auditório Ruy Barbosa com o trio de palhaços do “JVnaEstrada” (ligado ao ministério Jovens da Verdade), que coordenava uma coreografia bem-humorada ao som de dance music. Depois, os três deram lugar à banda “Vineyard”, que abriu o Usina com um som reflexivo. Na apresentação, o grupo aproveitou para apresentar a música que dá título ao seu mais recente CD, “Grande Deus”.

Antes de o vereador Carlos Bezerra Jr., principal idealizador do evento, dar sua palavra de boas-vindas aos jovens, foi transmitido um vídeo que estimulava o público a colocar em prática os princípios do Pacto de Lausanne, deixando claro o caráter de transformação social do evento: “A igreja tem de estar no mundo, o mundo não tem de estar na igreja”, reproduzia o vídeo dos dizeres do pacto.

“Qual é a nossa proposta? Nos reunimos aqui para construir esperança juntos. Para sonhar com uma Igreja muito mais transformadora para nossa cidade, Estado e País, para pensar idéias, a partir de conceitos cristãos, a fim de fazer com que o Brasil seja mais parecido com o Reino de Deus”, disse Bezerra Jr. em seu discurso.

Em seguida, o pastor Marcelo Gualberto, principal preletor do evento assumiu o púlpito e, além de arrancar risos da platéia com as contextualizações que fez, trazendo para a realidade da juventude a história bíblica da ressurreição da filha de Jairo, motivou os “usineiros” a jamais perderem a esperança.
“Vivemos em um Brasil cheio de más notícias: más notícias no Congresso, nas escolas etc. Mas, apesar delas, temos de continuar crendo, porque quando Jesus está conosco, há esperança”, afirmou Gualberto.

Palestras
Depois, dando seqüência à programação, os usineiros dividiram-se nas 20 opções de oficinas oferecidas no período da manhã. Entre as palestras mais procuradas, destacaram-se a sobre teatro, com Kaio Pezzutti, que incentivou seu público a desenvolver conhecimentos técnicos sobre as artes cênicas; a ministrada pelo presidente do Fórum Mundial de Jovens Empreendedores, Júlio Bueno, intitulada “Sou Jovem e empreendedor. E agora?”; e a de Alex Rocha, que na preleção “Chocolate com pimenta e sexo”, levou os jovens a discutir sobre o tema de uma forma diferente da que é feita dentro da Igreja, ensinando sexualidade ao mesmo tempo em que fazia chocolate e explicando, sob uma perspectiva cristã, o que seria cada um dos ingredientes em um relacionamento a dois.

À tarde, os jovens puderam escolher entre 20 outras oficinas, com temas variados: drogas, espiritualidade, carreira profissional, e política. Na palestra “Guia do mochileiro das galáxias: que estrelas do protestantismo podem orientar um projeto político cristão alternativo”, Carlos Bezerra Jr. falou sobre sua experiência de seis anos como vereador na Câmara Municipal.

Arte, música e cultura
No Espaço Cultural, que logo após o término das oficinas da manhã serve de palco para variadas manifestações artísticas, apresentaram-se músicos, atores e dançarinos, trazendo diversidade de shows ao período de almoço dos “usineiros”.

Pouco antes do início das palestras da tarde os jovens assistiram à apresentação do grupo paranaense “Adorart”, que, fazendo música por meio de objetos inusitados como colheres, caixas de ferramentas e tambores de metal e de plástico, foram aplaudidos em pé por toda a platéia. “Fiquei impressionada com a qualidade desse grupo! Até agora, não sei como eles fazem pra sincronizar a dança com o malabarismo e com a percussão. Foi muito bom!” disse Marcela Dias, de 20 anos, estudante de Administração e “usineira” pelo segundo ano consecutivo.

Para fechar a 5º edição do Usina 21, a banda de black music “Templo Soul” fez todos os jovens dançarem por cerca de uma hora, sem deixar cair o ritmo.

Para Gedeon Alencar, sociólogo que acompanha o evento desde o início e ministrou palestra sobre balada gospel nesta edição, o Usina atingiu um ótimo nível de qualidade. “Esta foi a melhor edição até agora”, disse Gedeon, no final do encontro.

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